Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Exmo. Sr. Procurador-Geral da Republica

Exmo. Sr. Procurador-Geral da Republica,

Dr. Pinto Monteiro

 

Os meus respeitosos cumprimentos,

 

Venho demonstrar através da presente exposição a minha solidariedade por vossa excelência, pois, vivemos passados bem recentes de falta de liberdade e respeito pelo ser humano.

 

Acontece que após o choque tecnológico, vimo-nos na cumplicidade da aceitação de um infindável mundo moderno do conhecimento, da aprendizagem de fazer prevalecer um Direito Humano e constitucional no aprofundamento das novas tecnologias, formaram-se técnicos especializados no mundo da virtualidade.

 

Hoje ou temos meios para que em bastidores sejam explorados os mais variadíssimos aspectos do mundo virtual social, politico estratégico, hoje tudo é possível, a transmissão de feixes artesianos, ondas electromagnéticas o constante avanço tecnológico a uma velocidade inimaginável onde assim, como sempre só quem tem tempo e vagar consegue acompanhar a realidade da virtualidade.

 

Assim as politicas é para os que elaboram desenvolvimento electrotécnico e das novas tecnologias apoiando a sociedade de investigação no plano tecnológico onde se pode adquirir enormes quantidades do que se pretende.

 

Acontece que essas extensões que contribuem com esse apoio seguem estratégias previamente defendidas. De variadíssimo aspecto social, e religião.

 

È cada vez mais imperioso aprofundarem laboratorialmente que exista atribuições universitárias para quem enquadra quadros de impressas, particulares e outros, responsáveis pelos patamares das novas tecnologias para que informação não alcance patamares que com carências de variadíssimos aspectos naveguem em sentidos pouco claros.

 

Assim sou humildemente, e respeitosamente a agradecer-lhe pelo seu tempo ocupado a quem como a Sr. Procurador-Geral da Republica Portuguesa e com o devido Direito, coloca questões de escutas telefónicas e (outras.) que exista um definição mais profissional cursada em universidades e defendidas em teses por catedráticos de vários contextos éticos, políticos e religiosos, para que convergem divergências contrarias á violência sectorial e no mundo e, fazer prevalecer o bom senso e a dignidade do ser humano nesta curta passagem das nossas vidas.

 

Respeitosamente,

Lousã 21 de Abril de 2008

Fernando José Craveiro Silva Azevedo.
publicado por carikato62 às 09:09
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