Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

TRIBUNAL DE FAMÍLIA E MENORES

Fernando José Craveiro da Silva Azevedo

Rua Dr. José Pinto de Aguiar, nº 16 r/c Esq.

3200 - 389 Lousã

 

 

 

 

 

 

Tribunal de Família e Menores de Coimbra

Secção Central

Av. Fernão de Magalhães, nº 519 – 2º

3004 - 508 Coimbra

 

 

 

 

Lousã, domingo, 6 de Abril de 2008.

 

 

Processo: 818/06.0 TMCBR

 

 

Oficio nº 165010, Devolução de Expediente falta de assinatura

 

 

Assunto: Vossa Clemência e Misericórdia.

 

 

“Divórcio litigioso”

 

 

 

Exmo. Senhor,

Em conformidade com o estipulado por lei e recusado pelo art. 474º do CPC, g) falta de assinatura, junto reenvio o anexo devidamente autenticado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                             

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Hoje vou continuando a viver a sonhar a suavizar a recordar mas entendo certos momentos menos bons”.

 

“Mas, a vida continua já faz 6 anos que sou só, caminho comigo, estou a pensar que sei fazer tudo, mas ainda tinha tanto para aprender, mas falta vento suave de uma nuvem de raios de sol entrando na meu destino, será que estou bem sozinho?

Nunca fui covarde nem gabarolas apenas me orgulho de ser quem sou e viver com o que tenho.”

 

 

 

 

 

Meritíssimo Sr. Dr. Juiz,

 

Fernando José, 46 anos, reformado com valor inferior a salário mínimo nacional, a residir em habitação de renda, em “divorcio Litigioso” onde já foi atribuído o valor que estou a pagar de poder paternal. Mas, em virtude de receber valor inferior a salário mínimo nacional foi-me elaborado um relatório pela segurança social a pedido do tribunal de família e Menores de Coimbra na qual ainda estou a aguardar pela sua validação, pois com o que fico depois de despesas básicas pagas não chega para a minha alimentação.

 

Acontece que fui em acção jurídica sentenciado e condenado por mensagem por telemóvel e pela entrega da esposa á GNR local cannábis, 48g que era de seu conhecimento consentimento e conivência.

 

Condenado e sentenciado em acção judicial de violência doméstica, condenado e sentenciado.

 

Tentei defender-me juridicamente, mas acontece que em depressão, situação esta na qual fui reformado, não consegui obter resultados necessários a formula eficaz para obter a minha defesa, talvez devido ao meu esgotamento á enorme carência psíquica, onde deveria ter me deslocado á medicina legal, já antes, da sua 1ª tentativa de extinção do casamento, fui á GNR onde apresentei queixa da sua violência na habitação onde arrombou a porta quarto da habitação arrombou o umbral e lateral. Situação esta de conhecimento pelas técnicas de segurança social da Lousã, que estiveram na habitação e constataram os factos descritos.

 

Depois, pela 2ª vez, e após o seu reinicio na actividade laboral ligado ás novas tecnologias, me ensinou os primeiros passos, transpondo o que ia aprendendo, para o PC de casa, pois de nada sabia, a minha actividade era motorista de transportes profissionais e tenho o 7ª ano de escolaridade.

 

 

 

 

 

Onde aderimos à Internet e ela com o que ia aprendendo íamos desenvolvendo em casa onde eu, já me encontrava reformado e depois de fazer a lida doméstica, passar a roupa ferro, cozinhar, limpar, ou seja apresentava a casa com mais condições de habitabilidade em limpeza e organização deixou de existir o monte de roupa ao canto do quarto por organizar, que ela, durante o tempo que estivemos juntos passou por 5 ou 6 patrões e em alguns destes a seu pedido, fui tirar dividendos onde ela chegou mesmo a agredir a murro o seu antigo colega Sr. Vítor do posto médico de Miranda do corvo, de onde roubou carimbos, e falsificou vários documentos, relatórios falsos e baixas médicas no nome da minha mãe que os tem em seu poder, na qual nunca se usou desses documentos.

 

Até que pela terceira vez, em violência doméstica e após 3 meses de me encontrar reformado, roubou-me o meu ouro familiar e de solteiro, cartões pessoais e deixando toda a habitação completamente destruída acto este observado pela minha mãe.

 

Acontece que me foi movida na altura uma “Acção de Divórcio Litigioso”, o que com estes elementos que obteve judicialmente serão o suficiente para ser condenado e sentenciado novamente?

 

Será esta a minha sentença de morte?... Condenado para a vida toda?

 

Que mais irei ser condenado?

 

Hoje, neste momento estou com fome, tenho fome, o que fico, mais ou menos 60 € por mês para me alimentar.

 

Tenho tido a minha mãe, que vai ajudando como pode, apesar de ter a minha irmã a residir na sua habitação também em enorme dificuldades financeira, ser reformada com valor insignificante e vai podendo ajudar com alguma alimentação.

 

Assim, sou a apelar a vossa meritíssima competência que seja respeitado o meu direito á vida sem dor ou sofrimento.

 

 

 

 

 

                                       

 

 

Depoimentos apresentado na GNR local:

 

 

Destruição do interior da habitação arrombamento da porta de quarto do casal em 4/2003.

 

 

Agressão física com uma cana telescópica de 8,5 metros 29 de Novembro de 2004.

 

 

Agressão física com bastão em 24 de Abril de 2005

 

Aos 14 de Maio de 2007; Posto da Guarda Nacional Republicana, em termo de recebimento, onde aí fiz o fiel deposito dos seguintes objectos:

 

 2 (Dois) Carimbos de Autentificação do Posto Médico e Pertença Pessoal de funcionário chefe.

 

a) Carimbo com a Inscrição e Autentificação Principal do Posto Médico de Miranda do Corvo.

 

b) Carimbo de Autentificação pessoal de Funcionária Chefe Senhora D. Noémia.

 

Objectos estes, que encontrei, juntamente, a quando efectuava a remoção de roupas pertença do filho do casal. Recentemente deparei-me com o aparecimento de Relatório Médico e impressos de Baixa Médica devidamente assinados e autenticados.

 

 

Em 2003, e após discussão habitual utilizava o método de sair, ir dar uma volta para não agonizar mais a situação, pois ainda me encontrava na actividade laboral e no interior do quarto de casal tinha os meus bilhetes e dinheiros dos autocarros.

 

Ela já por mais de uma vez que dormia na sala num sofá junto ao computador e toda a documentação referente ao casamento.

 

Em 2004, e após violência verbal a esposa descontroladamente ou premeditadamente de forma explosiva agride-me com uma cana de pesca de 8,5 metros, onde me fracturou a mão direita sobre o quinto dedo medinho tendo de seguida se ausentado da habitação.

 

 

Regressou, eu a atravessar uma fase de depressão situação pelo qual fui aposentado compulsivamente ela andava tensa nervosa excitada devido ao seu novo emprego que era ligado ás novas tecnologias onde desenvolvia a actividade de secretariado e gestão de empresa, tudo começou na sua loucura possessiva devido aos sempre ciúme eu estava na actividade laboral e sempre a ligar para o telemóvel, depois já aposentado e passado 3 meses de me encontrar reformado chegava nervosa e vinha logo agarram-se ao computador atirando os próprios objectos que trazia para cima do sofá a ver com quem tinha estado a comunicar-me a pesquisar o que eu tinha feito no PC, o filho como de várias vezes ia para a rua andar de bicicleta situação esta que pode ser testemunhada pela escola que aqui frequentou, devido ao seu mau comportamento e aplicação novamente discussão, e novamente vem com um bastão, e novamente como na vez anterior, com ele no ar para me agredir eu deitei-lhe a mãos não o largando, na fúria incontida ela tentando me agredir, já caídos no chão, eu tentando lhe soltar o bastão das mãos na tentativa da sua tomada de posse, e assim, que lhe soltei o bastão fui de imediato colocar na garagens da habitação do casal.

 

Foi ás urgências apresentou queixa e fez o domicilio e denuncia de 48g. De cannábis, que era de seu conhecimento consentimento e conivência.

 

Novamente passado alguns dias e arrastando o filho do casal para nova instituição escolar, deixando tudo destruído, interruptores, portas, vários objectos de adorno e fotos rasgadas.

 

Levou vários objectos o meu ouro pessoal, do casamento e de solteiro, cartões pessoais, gravadores de cassetes, de Leitor de DVD, televisão, rádios, todo o comer que se encontrava no frigorifico, onde consequentemente arrastando o filho do casal.

 

Quando cheguei a casa e observando o que tinha sido capaz de fazer, lhe telefonei e entre várias mensagens onde até nem o falecimento da minha avó com 84 anos a fez ponderar, sensibilizar, dialogar, estava possuída, diabólica, entre outras, e outras, que conscientemente não o merecia, nunca obtendo resposta, até mesmo na firma onde trabalhava lhe enviei a mensagem que onde a encontra-se (estava fundida.) ela usou essa mensagem para me colocar uma acção jurídica onde fui condenado e sentenciado por “calunias e difamação”.

 

 

É com enorme amargura e angustia que só hoje vá conseguindo encaixar as peças, expor a verdade dos factos apesar de já por várias vezes ter pedido apoio a várias entidades, desde 2003, ter exposto a situação e hoje vejo que nada foi averiguado e estou prestes a ser novamente condenado e sentenciado em acção de divórcio litigioso.

 

 

Assim, sou a enviar os meus respeitosos cumprimentos, em apelo á paz que se façam as investigações, estudos, acompanhamentos, aprofundamentos e que eu como pai seja também justamente respeitado.

 

 

 

Respeitosamente,

publicado por carikato62 às 19:04
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